O que você precisa saber

A compra de alimentos e bebidas no varejo tem sido a grande prioridade de gastos dos brasileiros, sendo essa uma das poucas categorias que representou um crescimento expressivo durante a pandemia. As escolhas dos consumidores na categoria têm sido principalmente norteadas por duas grandes preocupações do consumidor: economizar e evitar a contaminação pela COVID-19.

Esses fatores impulsionaram uma série de hábitos e demandas que têm potencial para perdurar mesmo após a pandemia, tais como a busca por promoções; demanda por maiores padrões de higiene; a compra em varejistas menores e locais; maior adoção das compras online; a busca por conveniência e maior variedade de opções saudáveis.

Principais pontos deste Relatório

  • Como a COVID-19 impactou o varejo de alimentos e bebidas no Brasil

  • O que motiva os consumidores brasileiros a escolher um canal de compra de alimentos e bebidas

  • Percepção do brasileiro em relação às marcas próprias e interesse em inovação na categoria

  • Canais e frequência de compra de alimentos e bebidas

  • Hábitos de compra de alimentos e bebidas no varejo físico e online

Definição

Este Relatório tem como principal objetivo analisar os hábitos de alimentação em estabelecimentos alimentícios dos consumidores brasileiros, incluindo ocasiões em que realizam esse tipo de refeição e fazem pedidos de entrega em domicílio, considerando suas atitudes, comportamentos e hábitos de gastos dentro dessa categoria.

COVID-19: Contexto de mercado

Em 4 de fevereiro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro declarou emergência nacional no Brasil. O primeiro caso de COVID-19 foi confirmado no Brasil em 26 de fevereiro de 2020. Em 11 de março a Organização Mundial da Saúde declarou a COVID-19 uma pandemia global de saúde, e, em 21 de março, São Paulo, a cidade com o maior número de casos confirmados, decretou quarentena. Em todo o Brasil, os pedidos estaduais de quarentena foram realizados entre março e junho de 2020. Após esse período, negócios não essenciais como restaurantes, salões de beleza e shopping centers foram reabertos com restrições em diferentes estados. Também retornaram seu funcionamento, com restrições, áreas de lazer como parques e orlas marítimas e muitas escolas de ambas as redes, privada e pública retornaram total ou parcialmente às aulas presenciais.

Até o momento em que este Relatório é finalizado, no dia 11 de fevereiro de 2021, há uma grande variação nas medidas adotadas pelas cidades e estados para promover uma menor disseminação do coronavírus. Apesar de o processo de vacinação ter tido início, em 25 de janeiro de 2021, o cenário atual ainda é de crescimento do número de casos e óbitos pela COVID-19, e lentidão na imunização da população. Com esse crescimento, diversos estados brasileiros voltaram a adotar algumas medidas restritivas, as ordens de quarentena e restrições permanecem extremamente variadas em todo o país, dependendo da avaliação dos governadores sobre a situação da pandemia e os indicadores de saúde, e demandas econômicas em cada estado.

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