O que você precisa saber

A categoria de Bebidas Não Alcoólicas foi impactada pelo fechamento do foodservice e pelo agravamento da crise econômica em 2020. No entanto, bebidas que tragam inovações para o consumidor como benefícios adicionais, especialmente relacionados à melhora da imunidade, energia ou saúde mental, podem conquistar espaço no mercado. Outra oportunidade para a categoria pode ser a utilização de fibras vegetais para reduzir o teor de açúcar de bebidas, especialmente após a entrada em vigor do novo modelo de rotulagens. Embalagens diferenciadas também podem atrair consumidores, especialmente os mais jovens e mais adeptos a compartilhar imagens em redes sociais.

Principais pontos deste Relatório

  • Impactos da COVID-19 na categoria de alimentos e bebidas e na categoria de bebidas não alcoólicas

  • Oportunidades para a categoria alavancadas pela pandemia como bebidas com benefícios relacionados à imunidade e à saúde mental;

  • Claims utilizados em bebidas não alcoólicas mais valorizados pelos consumidores

  • Mudanças nos hábitos de consumo entre brasileiros de diversos perfis socioeconômicos

Definição

Este Relatório Mintel explora todos os tipos de bebidas não alcoólicas e seus segmentos, e provê uma análise sobre impacto da COVID-19 na categoria. A pesquisa junto ao consumidor explora as seguintes categorias de não alcoólicos:

  • Refrigerantes

  • Sucos prontos para beber

  • Sucos gaseificados

  • Água engarrafada sem gás

  • Bebidas energéticas

  • Água engarrafada com gás

  • Bebidas esportivas

  • Chá gelado pronto para beber

  • Café quente e gelado pronto para beber

  • Bebidas não alcoólicas fermentadas

COVID-19: contexto de mercado

Este Relatório foi finalizado em 24 de novembro de 2020.

O presidente Jair Bolsonaro declarou emergência nacional no Brasil com a intenção de impedir a chegada do coronavírus em 4 de fevereiro de 2020. O primeiro caso de COVID-19 foi confirmado no Brasil em 26 de fevereiro de 2020. Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde declarou a COVID-19 uma pandemia global de saúde. Em 21 de março, São Paulo, a cidade com o maior número de casos confirmados, decretou a quarentena.

Em todo o Brasil, os pedidos estaduais de quarentena foram realizados de março a junho, e negócios não essenciais, como restaurantes, salões de beleza e shopping centers foram reabertos em diferentes estados com restrições. Em São Paulo, por exemplo, as restrições mantiveram-se entre 24 de março e 6 de julho, quando comércios como restaurantes e bares foram autorizados a reabrir. Esse período em que as empresas de foodservice permaneceram fechadas teve um impacto negativo em diversas categorias de bebidas não alcoólicas, ainda que algumas categorias tenham sido mais procuradas no varejo. No momento em que este Relatório é escrito, o número de casos de COVID-19 tem voltado a aumentar, e uma provável segunda onda da pandemia já é dada como certa no Brasil. Medidas restritivas ainda não foram anunciadas pelo governo estadual ou federal e seguem indefinidas.

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